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Tecnologia e Saúde
A DeepMind, do Google, lançou o AlphaGenome Atlas1, um mapa que prevê os efeitos de todas as nove bilhões de possíveis mutações de nucleotídeo único no genoma humano. A ferramenta, gratuita para uso não comercial, visa auxiliar pesquisadores a conectar variantes genéticas a doenças raras e comuns, além de decifrar o papel do DNA não codificante.
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Há muito tempo, cientistas sonham em descobrir a alquimia capaz de transformar substâncias químicas em vida. Agora, uma equipe da Universidade de Minnesota anunciou ter dado um passo importante rumo a essa visão1. Combinando dezenas de ingredientes, os pesquisadores sintetizaram células2 simples que se alimentam, crescem, se reproduzem e competem entre si por alimento. Embora essas células2 não estejam plenamente vivas, elas apresentam a maioria das características fundamentais da vida. Os cientistas publicaram o relato de sua pesquisa na plataforma bioRxiv.
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Pesquisadores da Universidade de Columbia recorreram a uma técnica mais recente de edição genética chamada edição de bases, que pode tornar possível a modificação de embriões, uma perspectiva que há muito preocupa bioeticistas. O estudo, ainda não revisado por pares, foi disponibilizado como preprint na plataforma bioRxiv, e descreve a alteração de genes que influenciam os níveis de colesterol1 LDL2 e de hemoglobina3 no sangue4.
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A escolha do sistema médico ideal para consultório ou clínica é uma decisão que afeta diretamente a rotina clínica, a segurança dos dados dos pacientes e o resultado financeiro do negócio. Este comparativo reúne alguns dos principais sistemas médicos disponíveis no Brasil, com critérios objetivos de avaliação e uma análise dos pontos fortes e limitações de cada um.
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A escolha entre HiDoctor e iClinic vai além da comparação de preço, interface ou lista de funcionalidades. Os dois sistemas atendem médicos, consultórios e clínicas, com recursos como prontuário eletrônico, agenda médica, prescrição, comunicação com pacientes, financeiro, telemedicina e inteligência artificial. Antes de fazer sua escolha, confira neste artigo a comparação entre os sistemas quanto aos principais pontos de interesse.
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Pesquisadores suecos desenvolveram dois tipos de tecnologia de bioimpressão 3D para gerar artificialmente pele1 contendo vasos sanguíneos2. Isso pode representar um avanço na busca pela regeneração de pele1 danificada. As abordagens foram descritas em dois estudos publicados na revista Advanced Healthcare Materials.
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A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos aprovou um dispositivo médico que oferece uma nova esperança a pacientes incapacitados pela artrite reumatoide1, uma doença crônica frequentemente resistente ao tratamento. O dispositivo estimula o nervo vago, sinalizando ao corpo para conter a inflamação2 que contribui para a doença.
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A FDA dos Estados Unidos concedeu autorização ao primeiro programa de inteligência artificial (IA) para auxiliar na previsão do risco de câncer1 de mama2 a partir de mamografias de rastreamento. O programa, chamado Clairity Breast, analisa mamografias em busca de características sutis que se correlacionam com o risco futuro de câncer1 de mama2, de acordo com um comunicado à imprensa da empresa Clairity. A pontuação de risco de aprendizado profundo detectou 8,6 cânceres por 1.000 pacientes, em comparação com 4,4 e 3,8 cânceres por 1.000 com os outros modelos de risco.
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Engenheiros desenvolveram um marca-passo1 tão pequeno que cabe na ponta de uma seringa2, e pode ser injetado no corpo de forma não invasiva. Embora possa funcionar com corações de todos os tamanhos, o marca-passo1 é particularmente adequado para os corações minúsculos e frágeis de recém-nascidos com cardiopatias congênitas3. Menor que um grão de arroz, o marca-passo1 é acoplado a um pequeno dispositivo vestível, macio, flexível e sem fio, que se fixa no peito4 do paciente para controlar a estimulação. Quando o dispositivo vestível detecta um batimento cardíaco irregular, ele emite automaticamente um pulso de luz para ativar o marca-passo1. Esses pulsos curtos, que penetram na pele5, no esterno6 e nos músculos7 do paciente, controlam a estimulação. As descobertas foram publicadas na revista Nature.
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Um robô de um centímetro com corpo macio e escamas metálicas inspiradas em pangolins pode estancar sangramentos ou destruir células1 de dentro do corpo usando calor, de acordo com um estudo publicado na revista Nature Communications. O pequeno robô pode mudar de forma e produzir calor, sendo capaz de incinerar células1 cancerígenas ou parar hemorragias2, tudo isso de dentro do corpo. Ele também poderia ser usado para transportar medicamentos diretamente para tumores ou locais de difícil acesso, como artérias3.
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