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A DeepMind, do Google, lançou o AlphaGenome Atlas1, um mapa que prevê os efeitos de todas as nove bilhões de possíveis mutações de nucleotídeo único no genoma humano. A ferramenta, gratuita para uso não comercial, visa auxiliar pesquisadores a conectar variantes genéticas a doenças raras e comuns, além de decifrar o papel do DNA não codificante.
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Em um estudo publicado na revista Nature, mais de um milhão de genomas ajudaram a identificar variantes de DNA associadas à extroversão, à amabilidade, ao neuroticismo1 e a outras características. Os pesquisadores avaliaram como esses traços influenciavam o modo de vida das pessoas.
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Em um estudo publicado na revista Nature Aging, mais de 1.000 microproteínas anteriormente ignoradas foram encontradas em amostras de tecido1 cerebral humano, fornecendo aos pesquisadores o banco de dados mais abrangente já criado para estudar essas moléculas ocultas no cérebro2. Dezenas dessas pequenas proteínas3 apresentaram níveis de expressão alterados em pessoas com doença de Alzheimer4, o que pode abrir caminho para desvendar novos mecanismos de envelhecimento e neurodegeneração.
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Uma revisão sistemática e metanálise, publicada na revista The Lancet Neurology, mostrou que a prevalência1 de aneurismas cerebrais não rompidos aumentou de 2,9% para 6,6% ao longo de duas décadas. Essa maior prevalência1 pareceu ser parcialmente independente do envelhecimento da população e do aprimoramento dos exames de imagem, sugerindo que fatores de risco ainda desconhecidos podem estar envolvidos. Os pesquisadores apoiaram o rastreamento direcionado para grupos de alto risco, e não o rastreamento amplo de adultos saudáveis.
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Uma investigação sobre como os neurônios1 interagem com células2 cancerígenas revelou um possível calcanhar de Aquiles dos gliomas, tumores do sistema nervoso central3 que podem ser agressivos e letais. Segundo o estudo, publicado na revista Neuron, circuitos cerebrais inibitórios suprimem a atividade de cálcio no tumor4 e programas oncogênicos subsequentes. Os pesquisadores demonstraram que medicamentos que imitam o efeito de neurônios1 GABAérgicos retardaram o crescimento de gliomas em camundongos.
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Muitas pessoas submetidas à quimioterapia1 desenvolvem dormência2, formigamento e dor nas mãos3 e nos pés, o que pode prejudicar o tratamento. No entanto, um novo estudo, publicado na revista Science, sugere que a psilocibina, a substância psicodélica presente nos cogumelos alucinógenos, poderia prevenir esse efeito colateral4.
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Um estudo publicado no The New England Journal of Medicine avaliou o daraxonrasib em pacientes com câncer1 de pulmão2 de células3 não pequenas (CPCNP) com mutação4 no gene RAS, em segunda linha de tratamento ou posterior, após quimioterapia5 à base de platina e terapia anti-PD-(L)1, com foco em genótipos diferentes de KRAS G12C. Foram observadas respostas objetivas em todos os níveis de dose, com taxas de resposta objetiva (ORR) de 31% para doses ≤120 mg, 34% para doses de 160-220 mg e 37% para dose de 300 mg ao dia.
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Um estudo observacional, publicado na revista Nature Medicine, comparou os desfechos cardiovasculares de pessoas vacinadas contra o herpes-zóster durante os períodos de utilização da vacina1 de vírus2 vivos atenuados (Zostavax) e da vacina1 recombinante (Shingrix). O grupo que recebeu predominantemente a vacina1 recombinante apresentou menor risco de eventos cardiovasculares ao longo dos sete anos seguintes, em comparação com o grupo que recebeu predominantemente a vacina1 de vírus2 vivos. São necessários mais estudos para confirmar os potenciais efeitos cardioprotetores das vacinas contra o herpes-zóster, afirmam os autores do estudo.
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Pesquisas anteriores sugeriram que os agonistas do receptor de GLP-1 podem oferecer benefícios na doença inflamatória intestinal. Em um estudo de coorte1 retrospectivo2 com pacientes portadores de colite3 ulcerativa, publicado na revista Inflammatory Bowel Diseases, o uso de liraglutida ou semaglutida associou-se a taxas de remissão mais elevadas em comparação com a ausência de uso, após 12 semanas. A perda de peso não apresentou associação independente com a remissão.
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O American College of Obstetricians & Gynecologists, em publicação no periódico Obstetrics & Gynecoology, reforçou seu apoio à salpingectomia bilateral oportunística para reduzir o risco de câncer1 de ovário2. A remoção das tubas uterinas é segura e pode reduzir em até 78% o risco de câncer1 de ovário2 ao longo da vida. A salpingectomia bilateral oportunística deve ser considerada para pacientes3 submetidas a histerectomia4, outros procedimentos ginecológicos e certas cirurgias pélvicas5 e abdominais não ginecológicas.
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