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Novos medicamentos
A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos aprovou um novo medicamento para câncer1 de pâncreas2 avançado, inaugurando uma nova era de tratamento para uma doença que, por muito tempo, foi considerada uma das mais sem esperanças da medicina. Em um ensaio clínico fundamental, os pacientes que receberam o comprimido daraxonrasib viveram o dobro do tempo daqueles que receberam quimioterapia3.
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A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos aprovou a centanafadina oral (Simtriyo), um inibidor triplo da recaptação de noradrenalina1, dopamina2 e serotonina, primeiro de sua classe, para o tratamento do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), anunciou a Otsuka. A cápsula de liberação prolongada, de administração única diária, atua como estimulante do sistema nervoso central3. O medicamento é indicado para pacientes4 a partir de 6 anos de idade com peso mínimo de 20 kg.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do Veoza® (fezolinetanto), medicamento oral não hormonal indicado para o tratamento de sintomas1 vasomotores moderados a intensos associados à menopausa2. Esses sintomas1, também conhecidos como fogachos, incluem ondas de calor intenso e suores noturnos, que podem afetar de forma importante o sono, a qualidade de vida, a produtividade e o bem-estar emocional das mulheres nessa fase da vida. Segundo a Anvisa, estudos mostraram que, após quatro semanas de tratamento, o medicamento reduziu em média 53% das ondas diárias de calor; a intensidade dos sintomas1 também foi menor entre as mulheres tratadas com Veoza® em comparação com aquelas que receberam placebo3.
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A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos aprovou um comprimido de uso diário capaz de reduzir os níveis de colesterol1 para valores muito inferiores aos alcançados com as estatinas. Em ensaios clínicos2, o enlicitida (nome comercial Lipfendra) demonstrou que pode reduzir os níveis de LDL3 para 50 ou 60, ou até menos. Adultos que não utilizam medicamentos para reduzir o colesterol1 geralmente apresentam níveis acima de 100. O fármaco4 atua inibindo a proteína PCSK9. A aprovação do medicamento baseou-se em dois ensaios clínicos2 de fase III nos quais o enlicitida reduziu os níveis de colesterol1 LDL3 em 56% e 59%, respectivamente, em comparação com o placebo5, na 24ª semana.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do Nurtec® ODT (hemissulfato de rimegepanto sesqui-hidratado), um novo medicamento indicado tanto para o tratamento agudo1 quanto para a prevenção das crises de enxaqueca2. Ao contrário de outros bloqueadores de CGRP já disponíveis no mercado brasileiro, que são majoritariamente injetáveis, o novo produto é um comprimido orodispersível, ou seja, que se dissolve na boca3 sem a necessidade de água.
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Munidos de química sofisticada e novas abordagens para o desenvolvimento de medicamentos, pesquisadores estão se aproximando de estratégias inovadoras para neutralizar uma proteína mutante causadora de câncer1, KRAS, antes considerada intratável. Em uma nova pesquisa, publicada no The New England Journal of Medicine, cientista avaliaram o medicamento setidegrasib em câncer1 de pulmão2 de células3 não pequenas e adenocarcinoma4 ductal pancreático com mutação5 KRAS p.G12D.
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O azetukalner, medicamento experimental, atingiu seu objetivo primário de reduzir a frequência de crises epilépticas focais em duas doses diferentes, conforme demonstraram os resultados iniciais do estudo de fase III X-TOLE2, divulgados pela Xenon Pharmaceuticals. Ao longo de 12 semanas, o tratamento adjuvante com 25 mg de azetukalner levou a uma redução mediana de 53,2% na frequência mensal de crises epilépticas focais em relação ao valor basal, comparado a uma redução de 10,4% no grupo placebo1.
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A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos aprovou a primeira terapia oral direcionada à interleucina (IL)-23 para psoríase1 em placas2, anunciou a Johnson & Johnson em um comunicado à imprensa. A aprovação da icotrokinra (Icotyde) estipula o uso em adultos e crianças com 12 anos ou mais que pesam ao menos 40 kg com psoríase1 moderada/grave que sejam candidatos à terapia sistêmica ou fototerapia.
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Cardiologistas anunciaram que um medicamento experimental fabricado pela Eli Lilly, o lepodisiran, poderia reduzir os níveis de lipoproteína(a), ou Lp(a), em 94% com uma única injeção1. A Lp(a) é um fator de risco2 geneticamente determinado para doença cardiovascular aterosclerótica e estenose3 aórtica. Os efeitos do medicamento duraram seis meses e não houve efeitos colaterais4 significativos. As descobertas foram publicadas no The New England Journal of Medicine.
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A FDA aprovou os comprimidos orais de suzetrigina (Journavx) 50 mg, um analgésico1 não opioide, para tratar dores agudas moderadas a intensas em adultos. A suzetrigina, um bloqueador dos canais de sódio, representa a primeira nova classe de medicamentos aprovada para tratar a dor aguda em mais de 20 anos, afirmou a farmacêutica Vertex2 Pharmaceuticals.
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