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Medical Journal
Cientistas exploraram uma enzima1 CRISPR peculiar para combater o câncer2 destruindo o DNA das células3 cancerígenas, levando-as à autodestruição. A enzima1 pode ser programada para reconhecer um RNA mensageiro específico, como aquele produzido por uma célula4 cancerígena. Assim que a enzima1 encontra seu alvo, ela despedaça o genoma da célula4. Essa abordagem de destruição do DNA, descrita em dois artigos na revista Nature, pode oferecer aos pesquisadores uma maneira de eliminar células3 cancerígenas que expressam proteínas5 mutantes intratáveis, ou seja, difíceis de atacar com medicamentos convencionais.
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Em um estudo publicado no The BMJ, pesquisadores apresentam um resumo atualizado das evidências sobre os benefícios e malefícios comparativos dos medicamentos para obesidade1. Eles sintetizaram dados de 262 ensaios clínicos2 que avaliaram 19 medicamentos para obesidade1, com períodos de acompanhamento variando de 12 a 172 semanas. Foram apresentados dados sobre 24 desfechos clínicos, incluindo alterações na massa gorda3 e na massa magra4, qualidade de vida, eventos cardiovasculares, progressão da doença renal5, efeitos adversos e mortalidade6 por todas as causas.
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Um novo estudo, publicado na revista Science Translational Medicine, ajuda a esclarecer como o vírus1 Epstein-Barr pode contribuir para a esclerose múltipla2. Pesquisadores identificaram uma resposta aumentada de células3 T CD4+ a antígenos4 do vírus1 em pessoas com a doença e observaram que a terapia anti-CD20 reduziu essa resposta e a eliminação viral pela saliva. Os achados também reforçam o interesse em estratégias futuras direcionadas especificamente ao Epstein-Barr.
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Um homem que ficou paralisado após um acidente de mergulho, seis anos atrás, recuperou a capacidade de mover as mãos1 e sentir pressão nelas graças à estimulação cerebral. Agora, pesquisadores revelaram que ele manteve essa capacidade por meses após a estimulação ter sido desligada. Isso sugere que a intervenção provocou uma reorganização de suas conexões neurais por meio da neuroplasticidade. O caso foi relatado em artigo publicado na revista Nature Medicine.
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Assistir a vídeos curtos de preferência pessoal pode silenciar temporariamente regiões cerebrais envolvidas no autocontrole e no monitoramento, e esse efeito pode estar ligado aos níveis de glutamato, uma substância química cerebral. A pesquisa foi publicada na revista NeuroImage. Os achados ampliam a compreensão sobre como o consumo de mídia digital interage com processos neuroquímicos para influenciar a autorregulação, oferecendo novas perspectivas sobre os mecanismos neurais subjacentes ao engajamento com vídeos curtos e trazendo implicações para a compreensão do uso excessivo de mídia digital.
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O uso de cigarros eletrônicos pode reduzir os benefícios de parar de fumar cigarros convencionais, segundo um estudo que envolveu mais de 4,5 milhões de pessoas, publicado na revista Nature Medicine. De acordo com os achados, o risco de câncer1 de pulmão2 foi maior entre as pessoas que passaram a usar cigarros eletrônicos do que entre aquelas que pararam de fumar completamente.
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De acordo com um estudo publicado na revista Cancer1 Epidemiology, Biomarkers & Prevention, homens apresentam uma probabilidade significativamente maior de diagnóstico2 de câncer1 em estágio avançado em 20 tipos diferentes de tumores. As maiores disparidades foram observadas nos cânceres de língua3, tireoide4 e glândulas salivares5. As razões para essa disparidade parecem ser multifatoriais, envolvendo determinantes biológicos, sociais e culturais. Mais diagnósticos em estágios avançados contribuem para uma maior carga de mortalidade6 por câncer1 entre os homens.
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Uma região cerebral situada na base do crânio1, chamada cerebelo2, envelhece de forma desigual, com algumas partes sendo mais vulneráveis à perda de tecido3 do que outras. Além disso, a manutenção do volume de áreas específicas do cerebelo2 está ligada a um melhor desempenho cognitivo4 na terceira idade. Os achados são de um estudo publicado na revista Nature Neuroscience, e sugerem que o cerebelo2 pode contribuir para a reserva cognitiva5 e ajudar a sustentar o desempenho cognitivo4 em populações em envelhecimento.
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Pacientes que utilizavam agonistas do receptor de GLP-1 para perda de peso apresentaram um risco 41% menor de cânceres associados à obesidade1 em comparação com pacientes aos quais foi prescrito dieta ou exercícios. Pacientes que utilizavam tirzepatida apresentaram uma redução substancialmente maior do risco de câncer2 em comparação com aqueles que utilizavam semaglutida. Os resultados, publicados na revista Annals of Oncology, somam-se aos de diversos estudos recentes que demonstram uma redução do risco de câncer2 associada ao tratamento com GLP-1.
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Uma imunoterapia experimental combateu tumores cerebrais agressivos em um pequeno grupo de crianças, e uma versão personalizada está sendo testada agora em mais pacientes. No estudo, publicado na revista Nature Medicine, o tratamento, chamado de terapia com células1 T direcionadas a antígenos2 associados a tumores (TAA), foi administrado a crianças e jovens adultos que haviam sido diagnosticados recentemente com glioma pontino intrínseco difuso (DIPG) ou apresentavam outros tumores cerebrais que não haviam respondido aos tratamentos convencionais. Crianças com DIPG geralmente sobrevivem por menos de um ano; no entanto, uma das crianças com essa condição e foi tratada continua viva mais de dois anos após receber a terapia com células1 T TAA.
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